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A maioria dos terrenos do Estado do Rio de Janeiro são antigos, predominando as rochas ígneas e metamórficas pré-cambrianas (Arqueozóico e Proterozóico), sendo relativamente pequena a extensão das áreas de rochas pós-cambrianas (Fanerozóico). Em termos de mapeamento, esta é a única área em que o Estado do Rio de Janeiro encontra-se bem servido. O DRM realizou nos anos de 1980 um levantamento completo da geologia do Estado na escala de 1:50.000. Trabalho excelente digno de aplauso, mas sem uma versão popular para divulgação. Todavia, o cadastro e o controle da exploração de recursos minerais, que deveria ser executado pelo DNPM, o DRM, a FEEMA e os Municípios é caótico, falhando em retirar o setor da ilegalidade, principalmente aquele que explora material de construção – areia, areola, saibro, brita, etc. O quadro deste setor da atividade mineral é caótico. No rio Guandu, a areia é extraída livremente, destruindo o rio. Embora os dados sejam fartos, não existe nenhum bom livro dedicado exclusivamente a geologia, a exploração mineral e as águas subterrâneas do Estado do Rio de Janeiro, uma falha que poderia ser corrigida pelo DRM em associação com alguma universidade.
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